Luís Carmelo (Évora, 1954) tem obra vasta como a planície, sobretudo no romance e no ensaio, sem excluir a poesia, e é capaz de tudo juntar com a mesma leveza com que os pássaros e as árvores se cruzam na paisagem. Dono de memória prodigiosa memória, que partilha ensinando, desenha ainda cidades como quem sonha.